Fighting the fake: morte às vagas fantasma
De cada 100 vagas, quantas são fake? E quanto tempo você perde com isso? 3 requisitos chave para encontrar um job na gringa.
Fala pessoal, aqui é o Lucas. Esse é o primeiro artigo da Andressa aqui na newsletter do NaGringa. Ela tem uma experiência sensacional em construção de produtos, comunicação e impacto. Desde março, ela faz parte da Equipe NaGringa nos ajudando a trazer ainda mais valor para toda a comunidade.
E, a partir de hoje, ela também vai compartilhar sua sabedoria através da newsletter também. Espero que gostem! Estou muito animado para ela compartilhar toda sua experiência com todo mundo aqui.
Você já reparou que procurar emprego fora virou um trabalho em si? Você abre o LinkedIn, filtra “remote”, aparece um monte de vaga. Aí você olha de perto: metade é agregador repetido, um terço já fechou, e a que sobra pede umas coisas que não batem com nada do que diz o anúncio.
No fim do dia você gastou duas horas pra aplicar em três vagas que talvez nem existam mais.
Como pessoa de produto, qualquer coisa que faça a vida das pessoas pior ou mais complicada me revolta. E tá rolando um ovo-ou-galinha no mundo das vagas: as pessoas botam um monte de vaga fake no ar pra “testar mercado”. E depois reclamam quando não tem candidato decente se inscrevendo.
Da mesma forma que eu fico &*ˆ@ com essa desonestidade intelectual, me aquece o coraçãozinho quando a gente consegue criar soluções simples e que de fato ajudam as pessoas. E nem sempre a gente precisa de algo revolucionário.
O rolê é muito simples: tem empresa que quer contratar gente boa. Tem gente boa que quer ser contratada. É por isso que, além do nosso Job Board ajudar você a filtrar as vagas que dão match com o seu perfil, a gente também tem vagas exclusivas, onde a gente conhece o contratante com nome, endereço e telefone pra saber que é 100% de verdade (e influenciar o processo para o bem dos dois lados).
Assinando ou não o NaGringa, taqui a minha lista de diferenciais que qualquer serviço que ajuda a conseguir um job tem que ter:
Curadoria
O que isso significa: tem alguém olhando e filtrando a quantidade imensa de vaga ruim que a gente tem publicada por aí. O benefício é menos lixo, menos vaga fantasma, menos tempo seu jogado fora. O que chega até você já vale o clique.
Eu prefiro mil vezes ver 5 vagas que são de verdade do que ver 5000 fake, e você?
Matchmaking
”Temos 12408230584985 vagas!” (Mesmo que sejam verdadeiras, nenhuma dá match com seu perfil, mas isso é um detalhe.)
Chega, né, gente? Pra mim, o MÍNIMO é a gente conseguir recomendar quais vagas são melhores pra você. Mas sem aquela palhaçada da linkedisney que te recomenda umas vagas de domador de aranha na Austrália porque um dia você já trabalhou com ferramentas “web”.
Responsa! Quem “vende” é quem faz
Sabe aquele serviço de outsourcing que você parcela em mil vezes pra poder pagar, e no final das contas tudo que eles fizeram foi te contar que o seu CV tava uma tristeza e te dar meia dúzia de dicas no estilo “conecte-se com as pessoas no LinkedIn?
O ranço que eu tenho disso
Quando você realmente acredita no que você tá fazendo, quem te explica quais são as vantagens do produto é a mesma pessoa que vai te ajudar a chegar onde você precisa. Não porque tem pouca gente, mas porque 1- a pessoa se importa e 2- ela vive isso todo dia. Aqui NaGringa eu posso escrever um artigo como este, mas eu também sou a pessoa que marca 1:1 no dia da entrevista, de surpresa, pra ajudar o candidato a se preparar - seja no inglês, na argumentação de negócios ou nas métricas que comprovam impacto.
Mesmo em empresas enormes, quando a pessoa que “vende” a ideia pra você não se responsabiliza quando você precisa de ajuda, fica muito fácil ter qualquer boa intenção devorada pela burrocracia.
Se essas três premissas fazem sentido pra você, fica o convite para você se juntar a nós no NaGringa ;)


