4 Comentários
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Avatar de Carlos Mattos

Essa tabela é a que eu queria ter tido em 2013, quando cruzei a primeira fronteira sem número nenhum na mão.

A tese central, a fronteira paga mais que a senioridade, é verdadeira, e vou puxá-la um passo adiante, porque cruzei essa escada algumas vezes e ela cobra numa moeda que não aparece no gráfico. O degrau 2 e o 3 vêm com custos que a coluna de salário não mede: você é o sotaque na call, o fuso que te tira do café informal onde a decisão real acontece, o profissional que era referência e volta a ser o recém-chegado provando tudo de novo.

Nada disso torna a travessia ruim, eu faria de novo. Mas o salário é o prêmio bruto, não o líquido. Quem só olha o número do topo negocia bem a proposta e chega despreparado para a parte que não estava na planilha. O melhor complemento dessa tabela talvez seja uma segunda: o que cada degrau cobra, e não só o que paga.

Avatar de Lucas Faria

Até que na parte de cobrança, eu sinto que não tem muita diferença entre as empresas tech top brasileiras (como Nubank) e empresas gringas como Brex/Google.

A parte mais difícil é a concorrência maior e por vezes o processo que pode ser mais demorado. Além da parte que pega muita gente: a comunicação em alto nível em outra língua.

Avatar de Tiago Rodrigues

Que artigo sensacional, Lucas! Muito obrigado por ter dedicado o seu tempo para isso.

Avatar de Lucas Faria

fico feliz que gostou Tiago! 🙌